quarta-feira, 31 de dezembro de 2008

Renovação

Ó Seres Humanos
Ano findo, promessas
Esperanças
Esperanças
Vida nova
Novas vidas
Promessas esquecidas
Mudanças à vista
Resoluções
Arrependimentos do nada fazer
Dores latentes
Esperanças

Quando me escutas

Quando me escutas
Horas intermináveis de conversas
Leituras
Divagações
Só me escutas
Me acalma com observações não ditas
Não tenta me entender
Simplesmente aceita
Ama-me incodicionalmente
Meus eus não a confudem
Meus atos não a pertubam
Emociona-se facilmente
Lagrimas de puro amor
Não se apega ao passado
Vive o momento
Sempre estará ali
Não se afasta nunca
Ternura é a sensação
Nunca esquecerei que me escutas
Do primeiro choro ao mundo
Até hoje
Mãe obrigado por me escutares

Achas que esqueci?

Nada poderá evitar de lembrar
Sabes que sim
O que aconteceu
O que faltou
Não sei
Ou sabemos e não queremos evitar
Não nos escutamos mais
Não nos vemos mais
Destino?
Não posso imaginar
Nem pensar
Sempre me dissestes da dor
Sou sabedor dela agora
Profunda que arde incessantemente
O que me segura
O medo de tudo se repetir
Não posso, não devo
Rancores profundos
Dores , sonhos desfeitos, mundos liquidados
Do nada renascer, talvez florescer, e com certeza morrer
Forças da onde não temos aparecem, que com delicadeza nos deixa dormir
Levantar para a vida, novamente , com as esperanças traídas

Pergunta que se cala

Devemos perguntar?
Ou o silencio prosperar?

Talvez musicada ?
Qual o tom ?
D maior, sol menor ?
Cantamos Happy Day
Clima para felicidade
Clima para a pergunta
Acho que não
Pergunta que se cala

Pergunto?
Noite estrelada, ao som dos ruídos noturnos da mata próxima
Uma leve brisa em seus cabelos
O cheiro inebriante de rosas na primavera
Aproximo-me e tenho medo, o sonho pode se acabar
Pergunta que se cala

Pergunto?
Definitivamente sim
O som do DJ é alto, a pergunta se perderá em parte
Sons que concorrem
Sorriso nos lábios, porque se arriscar
Pergunta que se cala

Pergunto?
Local perfeito, a praia
Som das ondas batendo na areia
Nada próximo
Só dois entes naquela escuridão
Luz só do luar que passa através das nuvens em breves flash
Perfeito
Lábios que se tocam
Pergunta que se cala

Por mais que eu venha tentar
Não consigo falar
Por receio de tudo terminar

Pergunto-me já que não consigo te perguntar
Existe mesmo algo, ou só sensações e imaginações
Não consigo me responder

Pergunta que se cala !

terça-feira, 30 de dezembro de 2008

Filha e o tempo

Dádiva da vida
Filha
Hoje a conversar
Vimos o quão distante estavas de ti
Um oceano de tempo nos separa

Opções que tomamos
Trabalhar desculpa não justificada
Não vou ser hipócrita novamente
Minha culpa

Lembranças vívidas de um passado

Lembro-me

A brincar
No maternal, jardim infância
Sempre a questionar tudo
Pai a não responder

Tempo que ele não se permitiu

As amigas, colegas , risadas intermináveis
Brincadeiras na piscina
Escoteiro, viagens
Aniversários

E o tempo passou

Colégio das freiras
Brigas nos ônibus
Personalidade forte aflorando
Contestadora
Pai no colégio, escutando que sua filha tem opinião demais
Pai contente , porque sua filha tem opinião demais

E o tempo passou

As festas, as broncas, as vontades
Primeira vez que o pai aparece
Acompanha em festas, tenta não se intrometer, mas inibe
Cada dia menos espaço para filha viver
Sufoco sem querer ou perceber

E o tempo passou

Universidade
Ufa quantas baladas
Quantas preocupações , noites mal dormidas
Filha crescendo
crescendo

E o tempo passou

O pai que a admira , o tempo todo
Pai que não aprendeu a ser pai
O pai que não cresceu

E o tempo passou

A filha casou
O pai não entregou sua mão
Apenas cedeu , não havia opção

E tempo passou

Opções de vida da sua filha, era dela
Só o pai não percebeu
Ela demonstrou com o tempo
Tomou sua vida, e foi morar mais longe
O pai de novo errou por amar demais

E agora pai ? ... E o tempo passou

Meu primo

Um bólido
Rodas de magnésio
Esquadrilha da fumaça
Lembranças
Supertramp Dreamer
Velocidade
Caminhos tão curtos
Solavancos
Risos
Dança
Sucesso
Novidades
Até a última gota
Garotas
Ritmo
Conversas intermináveis
Fumaça fumaça
Risos
Fome
De novo, ritmo , velocidade
Insaciável vontade de viver
Cada segundo era uma eternidade
Sorriso cativante
Chegar primeiro sempre
Fazer se sentir especial
ele me fazia
eu era parte daquela vida empolgante
Gentil com seu jeito de menino
Sempre menino
Lembranças de um primo que se foi
Não assisti a sua partida
Mas deve ter sido tão intensa quanto foi sua vida
Com rapidez alçou para a eternidade
Sua alma não vagará nunca,
Ela estará sempre viajando para algum lugar
E os anjos que se cuidem, ele nunca usou freio na vida, muito menos na eternidade
Te amo primo, nunca é tarde

De boas intenções o inferno ta cheio


De boas intenções o inferno ta cheio

Incrível como as boas intenções são interpretadas de forma errônea, como se todas fossem na realidade segundas intenções.

  Vontade de gritar basta à hipocrisia, vamos ser verdadeiros, o que nos faz pensar que somos Deus, que nos bastamos, que podemos julgar, que podemos exigir mudanças, que podemos podemos podemos...

Seres humanos que somos, infelizes a caminhar totalmente cegos à dádiva da vida, que por si só já é a felicidade plena.

Deitados no leito, aí sim, vimos o quanto deixamos para trás, o que não fizemos, e de que adianta, nada vai mudar.

Admiro os homens que nada temem, enfrentam pré-conceitos, convenções e leis, moldam a vida à sua maneira, sabedores que o tempo irá julgá-los e mesmo assim não alteram seu modo de pensar, certo ou errado não importa , eles acontecem, sobreviveram ao tempo.

Nós em nossa medíocre procura da felicidade , acabamos nos condenando:

Não ao inferno, porque dele tenho dúvidas
Mas à vida

Vivais sem hipocrisias
Vivais e acreditai em boas intenções

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

Que não seja imortal, posto que é chama

Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure

Experiência única

Tremores, sonhos, vontades
Cheiros, marcam !
Toques sensações de vida
Sons que deslizam , palavras que esvoaçam
O silêncio do roçar da pele
Corpos selvagens
Paixões

Esperas infinitas
Promessas desfeitas
Mal entendidos

Vidas que se encontram
Vidas que passam

Marcia que não é

Fiquei aqui pensando em palavras perfeitas, mas acho que não existe neh ehiehiehi, mas eu tento, é de uma alegria perfeita mesmo que estejas irritada, a visão de teu corpo é algo que jamais esquecerei, a textura da pele, seu cheiro, a curiosidade, a fantasia , os tremeres incontidos, a conversa solta , gostosa, tranquila até.

Vejo tua foto aquela sentada à mesa, que nos mostra Márcia totalmente diferente, contida, com receio de não fazer o certo, mas , ao mesmo tempo decidida a fazer o certo.

A Márcia descobrindo as sensações do mundo, se expondo, sendo a Márcia do mundo, com seus medos, seus receios, mas , nada a impede de abraçar o mundo com tudo que ele tem.

A Márcia que ao ler aquilo que ela não quer, ela simplesmente diz , que seja, se é o que você quer ...

A Márcia que não suporta não ter oportunidade de contrapor, irritando-se em não poder mudar as coisas na forma que ela deseja,

A Márcia que brilha os olhos pra a vida, faz com que o mundo se torne pequeno aos seus pés, e ao mesmo, tempo a deixa sem saber para onde ir, como fazer, como agir, apenas a Márcia sabe que quer seguir ...

A Márcia inocente, ainda acreditando, ainda sofrendo

A Márcia que conheço, que acompanhei : Quer vida !!!!

Onde poderíamos encaixar neste turbilhão de vida, emoções, frustrações, fantasias

Turbilhão esse que estraçalhou, liquidou toda a minha coerência, solidez, jogou-me contra o tempo, me fez criança, adolescente e homem, em instantes.

Permanecer a tentar tocar essa fluidez de vida , tão emocionante, que por mais que eu viva não assistirei novamente.

Fascinio, emoção é o que sinto por ti

Facínio esse que jamais acabará, mas , mas, não posso, não devo, não me permito, a exigir a mínima possibilidade de ti.

Como tu sempre diz , "não posso prometer nada" , concordo não deves prometer nada à ninguém, a não ser a voce mesma, prometer de ser feliz, e ser como tu és.

dobro-me

Sempre nos deixamos levar pelos encantos femininos, sorriso, cheiro, cor de olhos, corpo, pele, fomos pesquisar na Internet a fisiologia da paixão, encontramos diversos fatores tais como Testosterona,feniletilamina, altos níveis de dopamina e norepinefrina, ocitocina, todas ligadas à natureza humana no processo da reprodução. Até ai, nada anormal, mas o que me deixa perplexo são fatores nada químicos, e sim o Psico, esse envolvimento de certa forma arrebatador que se torna angústiante e ao mesmo tempo prazeiroso.
Chegamos a conclusão que esse processo Psico envolvido não obedece regras, sendo assim, quando nos defrontamos com relacionamentos sem regras, temos que nos dobrar , eu diria quebrar, e iniciar um novo ciclo em que possamos ter a possibilidade de ter um relacionamento, paixões solitárias, platónicas tem sua época própria lá na juventude, quando desejamos o impossível ou contenta-se ou dobra-se.

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

Ninguém me diga: "vem por aqui"!

Cântico negro by Antonio Maria
E vós amais o que é fácil!
Eu amo o Longe e a Miragem,
Amo os abismos, as torrentes, os desertos...

Ide! Tendes estradas,
Tendes jardins, tendes canteiros,
Tendes pátria, tendes tectos,
E tendes regras, e tratados, e filósofos, e sábios...
Eu tenho a minha Loucura !
....
Ah, que ninguém me dê piedosas intenções,
Ninguém me peça definições!
Ninguém me diga: "vem por aqui"!
A minha vida é um vendaval que se soltou,
É uma onda que se alevantou,
É um átomo a mais que se animou...
Não sei por onde vou,
Não sei para onde vou
Sei que não vou por aí!

Entendereis?
Sentíreis ?
Aprendêreis ?

Somente se viveres podereis sentir as sensações
que estas palavras realmente nos mostram.

Caminhos nada fáceis

Opções que nos levam ao indefinido

Não tenhais medo, siga, siga siga

Panico

Pânico
Seres humanos
Travamos batalhas
Batalhas perdidas
Batalhas sem retorno
E ainda assim, as travam
Cinzas, gosto amargo, dores, noites mal dormidas
Porque não o fácil? seguir caminhos já desenhados

O que nos faz seguir esses caminhos
O inevitável !!!!
Nos tornam vivos, atentos, perceptivos
A vida se transforma
Horizontes difusos
Caminhos tortuosos

Mas vamos por aí,
O que nos guia?

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

TRIBUTO TARDIO

Tenho antes que te dizer, as palavras não vem fácil , não meras palavras, mas momentos que entrego a mim mesmo, onde me exponho , este tributo, não é com finalidade de alcançar objetivos, apenas dizer muitas coisas que não foram ditas, pelo menos por mim.

Sei, que pensarás, de novo ele falando, falando, falando,

Falo em momentos raros de introspecção, momentos em que sou o que queria ser ou que deveria ter sido.

Na minha vida, nunca soube lidar comigo mesmo, e pensando bem, com ninguém

Tentei, juro que tentei, com você, filha e amigos, se não consegui, não foi por não tentar, talvez tentativas tímidas, não exteriorizadas.

Os meus 52 anos, fazem pensar, o que eu fiz da vida e dos que estavam por perto.

Culpas, muitas .....

Dissestes que eu não escrevia uma linha sobre tu.

Tens razão, não vou justificar os porquês

Este tributo é para ti

Aos outros , é para lerem e saberão quem tu és .

Sabes como é difícil para mim, admitir em público ou a ti

Minhas culpas.

Um tributo tardiamente escrito


Sempre pedes para reconhecer meus erros, que provoquei todas essas situações, que seu comportamento é reflexo das minhas atitudes.

Sim, eu concordo, eu errei do inicio ao fim


Não me queres, mas não me tornei seu pior inimigo.

Conhece-mês bem, sabes que não sou assim, realmente só tu sabes quem sou

Não estou a pedir nada, considere-me um ser humano imperfeito.

Inimigo, não sou , nunca fui, e muito menos serei no futuro


Respeitar e disciplina, são duas coisas que falhei

Faltei com respeito.

Achas que eu simplesmente desisti, que não gostava, não amava ou não me importava, triste engano , tu foi e será importante na minha vida

És importante, sejamos juntos ou separados

Não importa o rumo de nossas vidas


Tu já não lembra de nada de bom, só magoas

Lembro-me de muitas boas recordações

Lembro-me

Do fusca que comprei, para vê-la

Do primeiro encontro

De um sorriso , num corredor muito comprido que nós sabemos a onde era

De como me sentia importante junto aos amigos da republica, com minha namorada ao meu lado

De estar inseguro, ao comprar um anel de noivado

De ligar para minha mãe, e pedir conselho de como agir.

De esperá-la às duas da manhã, e pedir sua mão em noivado

Do sim que eu ouvi, e não acreditava

Da felicidade, aquela noite não dormi direito

De pedi-la em casamento, numa pracinha, na cidade em que nasci, ao lado da estatua de são Benedito

Do curso de noivo, minhas rabugices com o padre

De ajudá-la na preparação de tudo, mesmo atrapalhando

De estar no altar, esperando alguém que eu amava

Do sim , naquele dia tão importante

Do meu medo de altura, mesmo assim, andei de bondinho em poços de caldas na nossa lua de mel

De viagens sem rumo, direita ou esquerda, não importava

Da gravidez

Dos meus medos que sabes, que não expunha durante a gravidez

De tu tirar a carteira de motorista no sétimo mês de gravidez

Da primeira visão da nossa filha no hospital

Da minha alegria que tinha dado tudo certo, que deus me ouviu

Das trapalhadas que eu fazia por puro ciúmes

Das fraldas que não troquei, sinto saudades

Dos acessos de nervosismo, por qualquer gripe da minha filhinha

Da segurança e competência que tu me transmitia nesses momentos

Das cantorias durante a viagens, com nossa filha, “Ponta de Areia” , e outras musicas

De James Taylor, que ouvíamos ao viajar, e que minha filha não suportava mais

Das tuas formaturas, sempre uma guerreira, conseguindo apesar de tudo

De não poder ter acompanhado minha filha melhor até os 13 anos ou talvez até hoje

Das baladas que eu acompanhava minha filha,

Das conversas com nossa filha , dos meus constrangimentos, e dos teus risos com isso

Das nossas lutas por tantas coisas, dos apoios que nos demos

Da tua força, que fazia nosso mundo girar

Sabes, lembranças boas não me faltam

Sofrimentos, dores, choros

Sensação de estar só

Recomeço sem ter um fim específico

Sentar-se numa mesa , só

Não ter alguém , para conversar, ou discutir, ou simplesmente saber que está lá

Acordar e não ter alguém para dar bom dia

A sensação de perda aperta o coração, diuturnamente

Se nos deixamos levar pela emoção, lágrimas saem se nos avisar

Não se sinta só , estamos nessa caminhada

Qual a diferença entre nós dois

Como tu diz, sou vazio, não sinto nada, sou de gelo

Não, apenas não me permito levar pela emoção

Podes acreditar, não sou forte como tu, eu me desmancharia, eu desistiria, eu não sei a onde iria acabar

Será que entendes o que eu quero falar, que não sou tão forte como tu, sou um fraco admito,

Fraco por não ter acreditado mais, por não ter mudado, por tantas coisas

Sabes , quando falastes Fernando, preciso ter minha vida novamente

Isso ficou martelando minha cabeça por muito tempo

Só assinei sem lutar, ou te incomodar, porque essas palavras me atingiram

Atingiram muito mais do que tu imaginas

Como posso ser dono da tua vida , se não sei exatamente como cuidar da minha

Tenho que permitir que tenhas ela de volta, mesmo sabendo que nunca à possuí.

Assinando eu estaria redimindo de tudo

Ninguém deve ser pretenso dono de vida , nem pais, filhos, maridos, esposas, amantes, namorados

Eu, logo eu, tomei conta da tua vida

Agora te entendo

Tens a tua vida, tua independência , és forte, és capaz, és tudo

Não permita a ninguém tê-la , ela só a ti pertence

Passastes um longo caminho para chegar aqui

Sejas agora o que tu quiseres

Seja tu mesma, com teu sorriso, com tua vontade heróica

Lutastes comigo, anos a fio, estás cansada, não derrotada

Não vejo ninguém ou nada nesse mundo que venha a derrotá-la

Sempre falavas que tinhas sobrevivido a mim

Sobrevivestes a tudo e a todos

Temos talvez caminhos diferentes a seguir, mas, a ternura que sinto por ti

Continuará por todo sempre

Não é uma despedida

Não é um fim

Talvez um recomeço à vida

Talvez mereçamos isso

Diria mais perfeitamente, tu merece viver o que a vida tem de melhor

É o que desejo a ti.

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Religião, calamidade e esquecimento

Participamos de um site de perguntas e respostas do Yahoo, e vimos várias manifestações quanto ao fato de uma igreja estar promovendo arrecadação em dinheiro, e constatamos através da publicidade na televisão que estes valores teriam acompanhamento na sua aplicação pelas autoridades.
Manifestações questionam tal campanha, ficamos a pensar, o ser humano está tão descrente de tudo, ou, apenas são opiniões de quem quer aparecer ou apenas criar discórdia.
Achamos isso de muito mal gosto, tivemos oportunidade de vivenciar tal calamidade, contacto com pessoas que estão sofrendo, e diria-mos , apenas começando o calvário, vidas atingidas não pelas águas somente.
Águas retornam ao aconchego do leito do rio, muitas pessoas não têm para onde retornar, não tem um lar, do sofrimento acharão ainda forças para continuar, problemas virão, lidar com a saudades de entes queridos perdidos, casas, móveis, carros e roupas destruídas e dívidas que não se foram.
Temos que deixar de ser egoístas, não ajudar porque esse ou aquele começou uma campanha, vamos ajudar sim, independente de quem esteja organizando, ou de religião, quem foi atingido pela calamidade não têm religião, cor, raça , são seres humanos que merecem nosso respeito, e principalmente e mais ainda NÃO MERECEM SER ESQUECIDAS.

Tudo de novo

Expressar-mos o que sentimos, já é difícil por si só, não sabemos realmente lidar com ninguém, achamos melhor abandonar de vez nossa vida pessoal, vivenciar-mos a profissional, essa pelo menos consigamos levar. Ainda tentamos resolver de forma errada, temos boas intenções, que não se mostram suficientes.
Diríamos depressivo , são fases !!.
Estamos a um longo tempo, lá da infância aos nossos dias.
Sabemos lidar com situações de alto stress, e outras infinitas situações, mas não conseguimos lidar com pessoas.
Não diríamos triste constatação, apesar de parecer triste, temos que saber lidar, talvez quem saiba refugiar-mos em nós mesmos, e novamente recomeçar de novo.