sábado, 13 de junho de 2009

Não tão doces palavras



Como é possível sentir algo e falar outro
Ter a calma de que está tudo bem
Falar adeus ou até logo como se fossem iguais

Ahh que filantropia do querer
Não existe, cara... como se diria nesse momento
Que merda de calma é essa rsrsrsrs
Nunca desistes, e desistiu

Ahhh Fernando pronto para curtir teu canto
Achar situações novas apenas para poder continuar
E o tempo passar ?
Grande coisa, que fez ou ainda vai fazer

Uma mensagem, um telefonema um protesto pequeno que o seja
Me convenceria
Não há no que se agarrar, é liso esse sentimento
Arestas nem da discórdia existem

Nunca e olha que esta palavra não é meu forte
Nunca ouve realmente uma vontade
Um grito que me fizesse parar e não dizer adeus

Eu sim grito, e nem a mim escuto mais
Tinha que gritar aqui no blog
Aqui eu posso e me enxergo, serei ridículo, patético o que eu quiser
Eu posso, só a mim tenho a perder

Exponho não minha dor
Devasso minhas intenções
Sei que eram boas
E daí? nadaaa
Não se cria o querer, ele acontece
Seja na amizade ou amor

Sempre falo em doces intenções
Eu as tive
A vida toda
De nada me serviram
Porque?