sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Ser Hoje

 
 
Há receios que ficaram no passado, abandonei a incerteza por vontades esquecidas.
Vaguei por caminhos desconhecidos e não percebia a verdade
Até...
Aprender ser hoje.

(F.Shook)

Porque não escreve um livro?

 
Perguntaram-me "Por que não escreves um livro?" e "Quantos exemplares faria?".
Pensei: um.
Afinal, não seria sacana com meus amigos de obrigá-los a ler minhas vontades amanhecidas.
(F.Shook)
 
 

Bom dia, Vida

Bom dia, Vida
Vejo tantos em situações que poderiam ser lamentadas. Ou não. E, nesta caminhada, concluo que só Deus – ou Eu – me derruba.

(F.Shook)

Bom dia Ousadia


Bom dia, OUSADIA
Levantei com a sensação que na "ousadia" existe um elemento motivador, "a convicção do desejo".
Absolutamente nada nos fará ousar se não houver o desejo latente e pulsante, que nos faz sentir vivos e focados.
Estamos aí sim, prontos para alçar voo, não importa com quem, o que ou pra onde, o medo esvai-se.
Não peças a outrem encorajar tal desejo, isso acontece, apenas acontece!
Ousadia é consequência.
 
F.Shook)

Pule

Se me perguntares se me apavoro com o improvável?
Responderia 'sim' do tamanho que nem posso imaginar.

Já minhas decisões tem a firmeza do infinito.
Sou teimoso nas convicções, mas não inconsequente.
Viver é ....

Se jogar!
(Obs: leve paraquedas)

F.Shook

Houve época

Houve época em que a lógica e a aceitação eram confortáveis, tal embuste perdeu a importância quando o tempo deixou de ser contado em semanas ou meses. E o que muda?
Hoje posso ser confuso, tolo ou o que quiser ser e sonhar com o impossível ou improvável.
Que um dia há de chegar ou não!
 
(F.Shook)

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Minha insanidade

 
Minha insanidade é acreditar que tudo é possível, inicia-se no sonhar e deixo as ilusões para quem desejar o que não lhe pertence.
 
 (F.Shook)
Foto: Minha insanidade é acreditar que tudo é possível, inicia-se no sonhar e deixo as ilusões para quem deseja o que não lhe pertence.    (F.Shook)

sábado, 7 de setembro de 2013

Filosofia noturna!


"E aqueles que foram vistos dançando foram julgados insanos por aqueles que não podiam escutar a música” Nietzsche
 

“A moral de rebanho caracteriza-se como antípoda da vontade de potência, ela (a moral de rebanho) prega a vida gregária que impede a singularidade e acaba com as diferenças entre os indivíduos; e tem como função a domesticação, a padronização do homem, junto com a doutrina do livre-arbítrio a moral de rebanho leva os homens a acreditarem piamente que são livres, que pensam livremente, que agem segundo suas próprias vontades, que fazem escolhas, quando, no entanto, são todos escravos do mesmo rebanho, do instinto gregário, da moralidade.”

Recordando Nietzsche
Há duas situações claras na expectativa do rebanho ou somos considerados normais ou insanos.
 

Lembrando que a moralidade imposta advém do “poder” e assim o rebanho a segue como verdade absoluta, e se assim fosse, como podemos afirmar que a ‘moral do hoje’ é diferente da ‘moral do passado’, se me recordo a ‘verdade’ não advém da temporalidade, ela deveria ser única e imutável e absoluta.
 

Sujeitamos-nos à moral de poucos, somos ainda rebanho a seguir o mais forte, então vivas aos poucos desgarrados que insanos nos mostram que é possível viver sem o manto da dominância de poucos.
 

Nosso instinto de indivíduo talvez tenha a verdade necessária no conviver em comunidade, em que o relacionar esteja acima do dominar.
 

Dancemos a musica !
  (F.Shook)
Filosofia noturna!
"E aqueles que foram vistos dançando foram julgados insanos por aqueles que não podiam escutar a música” Nietzsche
“A moral de rebanho caracteriza-se como antípoda da vontade de potência, ela (a moral de rebanho) prega a vida gregária que impede a singularidade e acaba com as diferenças entre os indivíduos; e tem como função a domesticação, a padronização do homem, junto com a doutrina do livre-arbítrio a moral de rebanho leva os homens a acreditarem piamente que são livres, que pensam livremente, que agem segundo suas próprias vontades, que fazem escolhas, quando, no entanto, são todos escravos do mesmo rebanho, do instinto gregário, da moralidade.”
Recordando Nietzsche
Há duas situações claras na expectativa do rebanho ou somos considerados normais ou insanos.
Lembrando que a moralidade imposta advém do “poder” e assim o rebanho a segue como verdade absoluta, e se assim fosse, como podemos afirmar que a ‘moral do hoje’ é diferente da ‘moral do passado’, se me recordo a ‘verdade’ não advém da temporalidade, ela deveria ser única e imutável e absoluta.
Sujeitamos-nos à moral de poucos, somos ainda rebanho a seguir o mais forte, então vivas aos poucos desgarrados que insanos nos mostram que é possível viver sem o manto da dominância de poucos.
Nosso instinto de indivíduo talvez tenha a verdade necessária no conviver em comunidade, em que o relacionar esteja acima do dominar.
Dancemos a musica !   (F.Shook)

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

But

Bom dia
 
Tenho a sensação que o entendimento mesmo tardio pode nos fazer melhor.
 
Mas...
 
Sempre temos esta conjunção que nos dá a plena certeza da incerteza.
 
Viver é quando optamos pelo improvável e o impossível, sem medo de arriscar também em ser infeliz.
 
(F.Shook)
 

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

A verdade

Foto: Bom dia
A cada dia me aproximo da 'verdade' e vejo que o tempo se conta em sorriso ou tristeza, no mais é perda de tempo ou escolha errada.
(F.Shook)
 
Bom dia
 
A cada dia me aproximo da 'verdade' e vejo que o tempo se conta em sorriso ou tristeza, no mais é perda de tempo ou escolha errada.
(F.Shook)

Não sou ET


Não me surpreendo com o pensar dos meus semelhantes !
E como semelhantes, somos todos passíveis de 'erros e comportamento humano'.
O que me surpreende é não ser considerado humano, pois minhas atitudes parecem ser de algum extraterrestre que caiu por descuido na terra com a obrigação de manter a coerência em tempo integral.
Aviso aos navegantes, meu dedo não acende luz e nem consigo voar de bicicleta, e tenho uma vontade infinita de ser apenas 'humano'.
Então, minhas necessidades são bem terrenas.
(F.Shook)