quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

No hay temor pela vida




No hay temor pela vida

Quando a inocência nos é tirada através da vivencia, o morno se estabelece, minhas histórias não sorriem mais.

Algo que me recorda passos e chuva fina em tardes quentes ou outono em que as folhas caem porque assim deve ser.

O que acho interessante em meu ser é amar desafios sem se importar com resultado, o caminho é mais interessante que o destino.

O mar é destino, esqueço o porto.

Entre ondas que por si só me elevam e derrubam me cedem o tempo que preciso.

Tempo esbanjado sem lamurias, assim acredito!

Estava a falar da inocência, do acreditar que é possível o impossível

Hoje meus dias aboliram a surpresa do acaso, as possibilidades esgotaram-se e as certezas estabeleceram-se.

Não as vontades!

Estas ainda latentes pedem mais um dia...


segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

2015, estou ainda por aqui!

2015, estou ainda por aqui!




Menino velho... Velho menino
A irresponsabilidade no sonhar e a imensa responsabilidade no viver
Ainda surpreso, aliás todo ano assim fico, pois nunca espero o porvir
Não me aproprio do amanhã, já notei que sempre que o fiz, nunca dava certo, as promessas ficavam no esquecimento ou a certeza do improvável me deixava a ver navios.
Ainda não cansei do meu único dia mesmo que monótono, sem razão de ser ou nada instigante, apenas horas que passam.
Nada faço de grandioso nem sou ganancioso
Não me faço entender sem antes me conhecer, pelo jeito vai demorar...
O interessante ao relembrar em memórias nubladas mesmo que recentes, que meu passado são histórias que participei, não consigo ser protagonista, sou coadjuvante não pelos atos ou fatos e sim pela ausência.
Ausentei-me.
Não sei quando volto.
Aliás, tenho dúvidas se um dia eu estive aqui.
Já as histórias emocionantes nem sempre com final feliz
Este sim,
Sou eu,
Ou nós...