domingo, 7 de fevereiro de 2016

Monotonia do esperado






Quando minhas palavras não fazem sentido.

Desejo a perspectiva perdida quando criança, sonhos eram possibilidades.

Desejo a normalidade que nunca senti, o tempo de nada pensar, chorar de alegria e perder-me em incertezas e ser surpreendido.


Há certa monotonia nas possibilidades estudadas,

Se não é por ai!

É por aqui!


Sem novidade no seguir, torna-se insólito o caminhar por pior que o seja, já imaginastes, então mesmo que venhas a pisar em estrelas ou deitar-se no inferno, ainda é a monotonia do esperado.


Advém da constatação mental da mortalidade.


A prova final do que és está reservada quando teu horizonte lhe mostrar as dores do porvir, ai sim, poderás ter a certeza que tudo é  “monotonia do esperado” ou não.


Antes, são palavras ao vento...

Incertezas criadas por não saber ser.