segunda-feira, 27 de junho de 2016

A paz das impossibilidades

Já não tenho o que testar, fico entre Deus em sua divina providência e o acaso em sua excentricidade que beira piada de botequim.
Não esquecendo da relatividade "tempo" de Einstein, que me faz retorcer em imaginar que dois pontos não são tão próximos como eu imaginava.
Absurdos que quanto mais desejamos nos faz distantes, há resposta para tudo, polos positivos nunca se atraem.
Já desejei que a massa ocupasse o mesmo lugar, resta-me na física quântica o aconchego do mesmo canto acontecer.
Enfim, ao relento de teses destruídas posso acalmar meus anseios pela impossibilidade das verdades absolutas.
Ser ou não ser, não é a questão
Há momentos em que a paz das impossibilidades, nos permitem refletir quão podemos estar certos e enganados ao mesmo tempo;
Vemos desmoronar verdades absolutas, pecados nem sempre nos levam ao fogo do inferno ou a falta deles garantem o céu;
Há muito mais !
Quase "desisto" aceitando a simplicidade do pensar!
Da cegueira à ignorância do óbvio, transporto-me na dimensão do sonhar.
Onde verdades existem na proporção da imaginação liberta
Conclui-se nesta tese barata, que as verdades e certezas são inversamente proporcionais à humanidade que temos dentro de nós